Publicado por: Administrador | Junho 10, 2018

Era uma vez uma serpente

eve(Confira: Gen 3)

(Realidade & ficção)

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“O Senhor Deus formou o homem e insuflou-lhe pelas narinas o sopro da vida, e o homem transformou-se num ser vivo. Depois, o Senhor Deus plantou um jardim no Éden, ao oriente, e nele colocou o homem que havia formado. O Senhor Deus fez brotar da terra toda a espécie de árvores agradáveis à vista e de saborosos frutos para comer. A Árvore da Vida estava no meio do jardim, assim como a árvore do conhecimento do Bem e do Mal.

 …E o Senhor Deus deu esta ordem ao homem: ”Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim! Mas não comas o da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal, porque no dia em que o comeres, certamente morrerás”! ( Génesis 2, 7-17)

 E lá vivia o Homem entre plantas e animais de toda a espécie, com os quais se divertia e dialogava e Deus lhe fazia sentir a Sua voz no vento que passava, numa melodia de fazer inveja aos passarinhos desse belo Jardim. Mas um dia, os animais ficaram surpreendidos, ao descobrirem, enroscada na Árvore da Ciência do Bem e do Mal, uma Serpente desconhecida até aí no Jardim e cada um se perguntava de onde é que ela teria vindo e como teria ali surgido. Todos se aproximaram para a admirar, pois estava ornada de várias cores, cada uma delas rebrilhando como pedras preciosas num colar  de uma beleza que fazia inveja às outras serpentes não venenosas que habitavam aqueles terrenos por elas  conhecidos. Lá estava ela enroscada numa  árvore situada no meio , uma árvore bela, solitária, ostentando frutos  agradáveis à vista. Ela parecia ser a rainha do Jardim, brilhando, coroada, sob os raios do sol, que lhe emprestavam ainda mais beleza e majestade. Os outros animais, depois de a verem o suficiente, afastaram-se, desconfiados, pois nenhum se lembrava de terem visto Deus criá-la.

Mas esta prudência que orientava os animais não foi imitada por Adão e Eva. Esta, um dia, ao ver aquela coisa multicolor que brilhava ao sol como um céu estrelado em pleno dia, algo que movia a cabeça, parecendo  uma flor entreaberta baloiçando ao vento, aproximou-se demasiado, movida por uma curiosidade excessiva, tanto mais que da árvore saía uma voz que a ela se dirigia:

Serpente – Olá, mulher! Como és bonita, com esse belo corpo a iluminar estes reinos! Pareces  uma deusa!… É verdade que o Criador vos proibiu comer de todos os frutos deste Jardim?

Eva – Não, não é verdade! Ele só nos proibiu comer dos frutos desta Árvore da Ciência do Bem e do Mal  e disse que, se os comêssemos, morreríamos.

Serpente – Oh! Não acrediteis! Sabeis porque é que Ele disse isso? Porque Ele sabe que, se comerdes deles, vós ficareis iguais a Ele, com o poder de conhecer o Bem e o Mal, ficando assim com enorme Conhecimento. Vós ficareis como deuses, independentes, rivais dele. Até os animais vos prestarão vassalagem e vós passareis a ser os senhores. Toda a beleza deste Jardim ficará ofuscada pelo vosso brilho. Dignos de vós serão apenas estes belos frutos desta magnífica Árvore, a mais portentosa do Jardim. Ela é a rainha e a deusa das árvores e tu serás também a rainha e a deusa dos outros seres vivos que por aqui convivem convosco. Como rainha destas paragens, tens direito ao que por aqui há de melhor. Olha só para estes frutos ao alcance da tua mão!…São os mais belos e atraentes do Jardim e quanto ao sabor…nem se fala! Colhe e come! Verás de imediato a maravilha da tua promoção a deusa, dona de um Conhecimento que agora não está ao teu alcance, porque ele está fechado dentro dos frutos desta árvore da Ciência, da Sabedoria e do Conhecimento de tudo o que diz respeito ao Bem e ao Mal. Foi por isso que Ele vos proibiu comer deles. Já te imaginaste igual ao teu Criador, sem necessidade de o adorares nem de lhe prestar culto algum? Já te imaginaste a não precisar Dele para nada? Já te imaginaste a dialogar com Ele de igual para igual, quando não a suplantá-lo?

Eva –  Mas…Ele disse que morreríamos,… se…

Serpente – Mas  tu ouviste-o dizer isso?

Eva – Eu não ouvi, , mas a proibição foi dada ao meu marido, que ma transmitiu, ficando, por isso, obrigada, como ele, a obedecer ao Senhor, nosso Criador.

Serpente – Ora, não ligues! O vosso Criador sabe bem o que lhe acontecerá no dia em que comerdes destes frutos. Abrir-se-ão os vossos olhos e a vossa inteligência, fareis descobertas incríveis, vereis e compreendereis o que agora vos está vedado e oculto. Não temas, mulher! É aos frutos desta árvore que Ele vem buscar o seu poder, a Sua sabedoria e todos os outros atributos que o caracterizam. Ele mantém esta árvore como propriedade exclusivamente Sua, secreta, e só Ele é que tira partido dos seus frutos. Por isso é que ele vos ameaçou de morte, se comerdes, mas isso não passa de miserável chantagem. Ele não fará nada, porque o seu poder vai ter de ser partilhado e vós sereis como deuses…

Eva –  Tu garantes que é mesmo assim? …Então…está bem! Vou colher e comer, mas antes vou chamar o meu marido.

E Eva foi chamar Adão, que andava por ali perto, vagueando pelo Jardim, entretido e divertido com os animais:

Eva – Olha! Vem comigo, ali àquela árvore do Conhecimento do Bem e do Mal! A Serpente disse que poderíamos comer dos seus frutos, porque eles nos dariam poder, sabedoria e conhecimento iguais aos do Senhor, nosso Criador. Essa Árvore tem frutos com poderes secretos e é por isso que o Criador nos proibiu de comê-los!

Adão – Ah sim? Que maravilha! Tu já provaste? E achas que a palavra da Serpente vale mais do que a palavra do nosso Criador?

Eva – Eu ainda não provei, mas acho que não há motivo nenhum para Ele nos proibir de comer dos frutos daquela árvore! O que Ele disse foi apenas um conselho e não uma ordem. Ora, um conselho não obriga, por isso, vim chamar-te para colher e comermos ambos. Depois, passaremos a ser como deuses, como a Serpente disse.

Adão – Mas o Senhor foi bem claro: “No dia em que comeres destes frutos morrerás”! Ora, se tu comeres, também morrerás, porque nós somos, como o Senhor disse, uma só Carne. Eu duvido que seja como a Serpente diz, mas se tu acreditas mesmo…pode ser que seja verdade, mas não estou totalmente convencido!

Eva – Olha, não há como realmente experimentarmos! Comemos apenas um fruto, isto é, eu como um e tu comes outro. O Senhor disse que morreríamos se comêssemos frutos da árvore. Ora, se eu comer só um, eu não comerei frutos; e se tu  comeres também  só um,  não comerás frutos. Também não será por causa de um só fruto que ambos vamos morrer! Além do mais, em vista do bem que alcançaremos, vale a pena tentar. Depois, logo se verá! O Senhor é bondoso e não vai dar-nos a morte por uma coisa tão insignificante. Vem daí comigo!

E lá foram! Eva colheu para ela e para Adão e ambos comeram. Depois… todo o Universo tremeu, tapou o rosto…e chorou…A Terra ficou inconsolável e ainda se não recompôs… E eles descobriram  o que não deviam ter descoberto:

Adão – Oh! Olha! A Serpente, que tu dizias ser tão bonita, agora é feia e mete medo! Já fizemos asneira! …Olha, eu estou nu e tu também!

Eva – Afinal, era mentira! Maldita Serpente, que nos enganou!

Adão- Nos enganou ou enganou-te a ti e tu enganaste-me a mim? Porque é que eu te dei ouvidos! Fui um tolo!

Eva – Mas tu é que foste o culpado, porque tens autoridade para me impedir de colher e comer e não me impediste! Além disso, eu comi e não aconteceu nada e  só quando tu acabaste de comer é que surgiu esta tragédia. Logo, isto aconteceu porque tu comeste! Saiu tudo ao contrário do que a maldita serpente disse! E agora?

Adão – Não estejas a deitar culpas para cima de mim! Tu é que me chateaste para vir comer. Além disso, foste tu que colheste os frutos e eu comi só para ser simpático para contigo, porque se não fosse assim, tu, comendo, e eu, não, daria uma trapalhada difícil de resolver! Já  imaginaste, eu, sozinho, no Jardim, a gozar a vida,  e tu lá fora a trabalhar e a enfrentar as feras sozinha? Ora, se somos uma só Carne, temos de andar juntos!

Eva – Isso não é desculpa, porque o nosso Criador é que teria de resolver o assunto à sua maneira. Foste o culpado e…acabou-se! E ainda bem, porque, sendo tu a cabeça de casal, é em ti que cairá toda a responsabilidade! Eu acabo por ser uma vítima tua e da serpente! Já vejo que não és homem nem és nada, porque nem sequer sabes mandar e muito menos proibir! Tu não devias ter aceitado o meu convite. Se fosse preciso, amarravas-me a uma árvore e não teríamos feito o que fizemos. Agora, pagamos ambos! Agora, por tua causa, estamos nus! Vê lá se descobres com que tapar as nossas vergonhas!

Adão – Vamos lá a ver bem as coisas! Nós somos, isto é, éramos absolutamente livres, por isso, nenhum de nós precisava de guardar o outro e impedi-lo fosse do que fosse! A censura que eu te faço é teres-te afastado de mim e não teres resistido à curiosidade, o que te levou até junto da árvore, algo que deveria ter ficado fora do alcance dos nossos passos e dos nossos olhos.  Agora, diz lá de quem foi a culpa! Quanto à nudez, nós não estamos nus por minha causa, porque sempre estivemos nus. Só que, antes, não víamos a nossa nudez! Aqui está já um resultado do conhecimento do Bem e do Mal! Quisemos conhecer o Bem e o Mal e, agora, aqui temos, para começar! Eu já resolvo isso da nudez! Olha aqui uma figueira!… Toma lá estas folhas, que eu apanho outras para mim!… Escuta! …Ouço um ruído de brisa suave. Não é de vento, porque o vento não sopra assim! Deve ser o Senhor! Vamos esconder-nos depressa! Vem! Não temos mais tempo! Deixa as folhas aí!

Deus – Adão, onde estás?

Adão – Ouvi a tua voz no Jardim, tive medo e escondi-me, porque estou nu!

Deus – Quem te disse que estavas nu? Acaso comeste da Árvore da qual eu te tinha proíbido de comer?

Adão – A mulher que  me deste é que me ofereceu da Árvore e eu comi!

Deus – Eva, porque fizeste isso?

Eva – A Serpente enganou-me e eu comi!

Deus – Serpente, por teres feito isto, serás maldita entre todos os animais domésticos e entre os animais selvagens! Rastejarás sobre o teu ventre, comerás da terra todos os dias da tua vida! Farei reinar a inimizade entre ti e a Mulher, entre a tua descendência e a dela! Ela esmagar-te-á a cabeça e tu tentarás mordê-la no calcanhar!

 E a ti, Eva, digo: “Aumentarei os sofrimentos da tua gravidez e

 entre dores de parto darás à luz os filhos. Procurarás apaixonadamente o teu marido, mas ele te dominará”! A ti, Adão, digo: “Porque atendeste à voz da tua mulher e comeste do fruto da árvore, a respeito da qual eu te havia ordenado que não comesses, maldita será a terra por tua causa. Dela só arrancarás alimento à custa de penoso trabalho, todos os dias da tua vida. Ela produzir-te-á espinhos e abrolhos e comerás da erva dos campos. Comerás o pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra, de onde foste tirado, porque és pó e ao pó voltarás”!

E tudo terminou assim: “O Senhor Deus expulsou Adão ( e Eva) do jardim do Éden, a fim de cultivar a terra, da qual foi tirado. Depois de o ter expulsado, colocou, a oriente do jardim do Éden, os querubins com a espada flamejante, para guardar o caminho da Árvore da Vida”.

Tristes, humilhados, envergonhados, arrependidos, lacrimosos,…viram-se expulsos:

Eva – E agora?

Adão – Agora, pagaremos pelo nosso pecado até morrermos. O nosso Criador aceitará a nossa penitência, porque nos deixou a esperança de um dia restaurar a felicidade perdida. O pior é que o nosso pecado irá recair nos nossos folhos, que o transmitirão a todas as gerações. O Jardim ficou fechado para nós e para eles, até que o Criador queira. Ele não vai abandonar-nos e vai ajudar-nos, ensinando-nos como sobreviver com trabalho e sofrimento, como merecemos. Já temos uma prova disso. Viste como Ele já nos arranjou estas vestes de pele? Não desanimes, porque, se nos criou, também nos dará o auxílio de que precisaremos.

Eva – E se tentássemos entrar no Jardim? Ele não disse: Nunca mais aqui entrareis!

Adão – Não tentaremos, porque não conseguiremos! Não vês lá o Querubim a guardar a entrada com uma espada de fogo?

Eva – E se pedíssemos perdão e prometêssemos que nunca mais faríamos aquilo?

Adão – Ele já nos perdoou, mas agora temos de expiar a ofensa que Lhe fizemos e reparar o rombo que fizemos na Sua Honra e na Sua Majestade, porque o nosso  pecado foi de gravidade infinita. É o que faremos durante toda a nossa vida, até, como Ele disse, voltarmos ao pó de onde fomos tirados.

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Considerações:

A tentação – “Não nos deixeis cair na tentação”! Este é um dos pedidos que fazemos no Pai-Nosso, juntamente com o “…mas livrai-nos do Mal”! Consta que Cristo não disse: “Livrai-nos do Mal”, mas” livrai-nos do Mau, (do Maligno, do Diabo). Então haverá tentação que não venha do Maligno? Quem estará interessado e quem tirará proveito da tentação, senão o Maligno? E Porque é que o maligno nos tenta? Em que consiste o seu interesse? Quem somos nós para que o maligno faça do homem o centro das suas actividades? Como é que ele nos tenta? Veja como fez com Eva:

. Começou por tentar  estabelecer um primeiro contacto, dando sinal de si, mostrando-se cheio de beleza e encantos, de modo a não ser repelido, correspondendo às ideias más, mas brilhantes, que assomam à nossa mente. Então, pode acontecer que os nossos sensores detectem que é tentação e, nesse caso, rechaçamos a ideia e o que nos acode à mente, ao pensamento. Se não detectamos que é tentação, damos guarida, aceitamos o que nos vem à mente e depois, cresce, desenvolve-se, tal como o fermento na massa. Daí passa-se à acção. O processo pode ser rápido ou lento. Entretanto, pode provocar angústias, incertezas, insónias

1.A partir do momento em que foram expulsos do Jardim do Éden, também chamado o “paraíso terrestre”, Adão e Eva passaram a ter vidas difíceis como as nossas, que foram modeladas nas deles. Passaram a viver uma vida de penitência e expiação pelos pecados deles e também pelos nossos, pelos quais também foram responsabilizados, mas Deus deixou-lhes no fundo do coração a lembrança daqueles dias felizes e dos seus destinos eternos, juntamente com a esperança  de um dia recuperarem, em justiça e santidade, o que haviam perdido, mas à custa de sangue, suor e lágrimas, realidades que não nos são desconhecidas.

2 . Talvez não valha a pena dar voltas à cabeça a pensar porque é que nascemos todos com esse pecado de Adão e Eva, chamado a Culpa, o pecado das origens, o pecado original, na definição de Santo Agostinho. Temos nós alguma culpa  do pecado deles? Será que Deus é injusto, penalizando-nos por um pecado que não cometemos? Mas quem nos transmitiu o pecado não foi Deus, mas Adão e Eva! Os nossos pais transmitiram-no a nós e nós já o transmitimos ou iremos transmitir aos nossos filhos. É esta a cadeia que vem das origens e que se prolongará até ao último ser humano que venha a existir. Tal como acontece nas sementes, se elas são boas, darão boas árvores ou plantas e bons frutos; se são de má qualidade, adulteradas, tudo o que vier delas virá adulterado.

A queda de Adão e Eva radica na liberdade de fazer ou não fazer, de obedecer a Deus ou não, de seguir a Sua Lei ou não, porque Deus nos criou livres, tal como criou livres Adão, Eva e os Anjos, dando a uns e outros a capacidade de conhecer e querer livremente, assumindo depois as consequências daquilo que decidissem com plena liberdade e conhecimento, tudo traduzido em responsabilidade, que será/seria punida ou premiada.

3. Descobriram que estavam nus. Triste descoberta! Estavam nus de corpo e ficaram nus também de espírito, de beleza, de santidade, de saúde, de uma vida agradável, de uma natureza amigável, de uma terra produtiva sem trabalho, da graça de Deus, de segurança perante os animais, de alimentos gratuitamente oferecidos…em suma, da felicidade que o Criador lhes destinava para sempre. Eles ficaram nus de tudo isto e muito mais, deixando-nos, em triste herança, a mesma nudez. Até herdámos deles esta capacidade que temos de deitar as nossas culpas para cima dos outros, mascarando sempre a nossa incapacidade para assumir humildemente as nossas asneiras, com vista ao arrependimento e à confissão delas no sacramento da Penitência.

4 . Advertência final: Não encare isto como um simples conto infantil. É infinitamente mais do que isso. Também não é a história de um mito grego ou judaico, como frequentemente ouço dizer. É um assunto difícil de roer para muitos, incluindo teólogos… Um dos que ouvi argumentava assim: “A Bíblia nem sempre é de confiança. No caso do relato da criação do homem e da mulher, Deus diz lá que eles morreriam se comessem daquele fruto. Ora, eles comeram e não morreram!”.

Que temos aqui? Uma profunda ignorância e má fé, além de uma crassa desonestidade intelectual. Ora, o homem pode morrer de corpo e de alma (pelo pecado grave). Deus não disse que morreriam imediatamente, fulminados. Mas disse a Adão: “Voltarás ao pó de onde foste tirado”! E aí foi decretada a sorte de todos os seres humanos, que, não fosse este pecado, estavam destinados a não morrerem de morte nenhuma. Acautele-se contra estes intérpretes da Bíblia, porque, se quebrar algum elo importante, a Bíblia surgir-lhe-á cheia de rombos que você não conseguirá reparar, nascendo daí heresias aos montes, tornando-se ela um compêndio de mitos, à semelhança dos abundante mitos gregos e romanos da Antiguidade, acabando por ser tudo menos Palavra de Deus.

Leituras aconselhadas na Bíblia: Capítulos 2 e 3 do Génesis.

Consultas no Catecismo da Igreja Católica: Números 37, 55,279, 379, 386 e sgs., 1701, 1707, 1846.

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Ezequiel Miguel

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Artigos relacionados:

. O pecado original

. Em Adão todos pecámos

 

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